Se você tem entre 15 e 29 anos, descubra como viajar de graça por todo o Brasil

Você já ouviu falar da ID Jovem? Caso nunca tenha ouvido falar, saiba que é este projeto social idealizado pelo Governo voltado ao público de baixa renda entre 15 a 29 anos.

A proposta da ID Jovem – Identidade Jovem – é fazer com que pessoas de baixa renda tenham acesso a eventos culturais por preço de meia-entrada e que possam viajar pelo território nacional de forma gratuita.  

Em relação às viagens gratuitas, a lei garante que a cada viagem interestadual de ônibus, duas vagas gratuitas sejam reservadas entre este público, e em caso de esgotamento, outras duas vagas sejam oferecidas com o valor de 50% de desconto.

Como faço para ter acesso a este benefício?

Para garantir este direito, o jovem só precisa apresentar a sua ID Jovem, que nada mais é do que um documento virtual emitido via internet, dentro do seu prazo de validade, juntamente com a carteira de identidade original, com foto.

Para ter direito a Identidade Jovem, o interessado deve estar inscrito no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal) ter a renda mensal de no máximo dois salários mínimos e solicitar o seu cadastramento na ID jovem pela internet, no site oficial do programa ou através do aplicativo para smartphones, disponível para Android e iOS.

Previsto no Estatuto da Juventude, o benefício foi estabelecido pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres). Para utilizar a identidade, não é necessário fazer a impressão da mesma. Basta fazer a sua apresentação por meio da tela do celular junto do documento original com foto, no ato da aquisição do bilhete/ingresso.

Vale ressaltar que no caso das viagens, mais especificamente no transporte intermunicipal (ônibus etc) o jovem deve solicitar o seu bilhete com um período de três horas de antecedência da viagem.

A proposta da Identidade Jovem é muito parecida à Carteira de Identificação Estudantil.

E se negarem meu direito?

Em casos onde o benefício não é garantido, o usuário pode procurar a Agência Nacional de Transportes Terrestres e fazer a reclamação. O direito faz parte do Direito à Cultura e o Direito ao Território e à Mobilidade, do Estatuto da Juventude (Lei nº 12.852/2013).

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